CIENTISTAS APRESENTAM AVANÇOS NO TRATAMENTO DE DIVERSOS TIPOS DE CÂNCER.

No último dia 5 de junho foi encerrada a Reunião Anual da Sociedade Americana de Oncologia...

GRAVIOLA, UM MILAGRE NATURAL PARA A CURA DO CÂNCER

GRAVIOLA, UM MILAGRE NATURAL PARA A CURA DO CÂNCER

De acordo com vários estudos, diferentemente do que ocorre com determinados tratamentos de...

NOVIDADES NO TRATAMENTO AUMENTAM AS CHANCES DA CURA DO CANCER

NOVIDADES NO TRATAMENTO AUMENTAM AS CHANCES DA CURA DO CANCER

Criado: Quinta, 11 Maio 2017 16:24 A palavra câncer já significou sentença de morte, mas...

SOBRE O CÂNCER DE TESTICULO

O câncer de testículo pode se desenvolver em um ou ambos os testículos de homens jovens. É um...

NOVO TIPO DE CÂNCER ASSOCIADO A IMPLANTE NOS SEIOS

NOVO TIPO DE CÂNCER ASSOCIADO A IMPLANTE NOS SEIOS

Descoberto novo tipo de câncer associado a implantes nos seios   Um...

  • CIENTISTAS APRESENTAM AVANÇOS NO TRATAMENTO DE DIVERSOS TIPOS DE CÂNCER.

    Quinta, 03 Janeiro 2019 18:51
  • GRAVIOLA, UM MILAGRE NATURAL PARA A CURA DO CÂNCER

    GRAVIOLA, UM MILAGRE NATURAL PARA A CURA DO CÂNCER

    Quinta, 03 Maio 2018 12:10
  • NOVIDADES NO TRATAMENTO AUMENTAM AS CHANCES DA CURA DO CANCER

    NOVIDADES NO TRATAMENTO AUMENTAM AS CHANCES DA CURA DO CANCER

    Sexta, 26 Janeiro 2018 14:43
  • SOBRE O CÂNCER DE TESTICULO

    Segunda, 23 Outubro 2017 19:06
  • NOVO TIPO DE CÂNCER ASSOCIADO A IMPLANTE NOS SEIOS

    NOVO TIPO DE CÂNCER ASSOCIADO A IMPLANTE NOS SEIOS

    Terça, 01 Agosto 2017 16:50

Rádio Web

Terapeuta Ocupacional, de Marilia.

 

Meus amigos seja bem vindo ao meu Saite ,espero que ele lhe ajude a se informar sobre a Doençâ, CÂNCER abraço do amigo Moreira Terapeuta Ocupacional Marília S.P

Nosso Mural

ojkyjry

WkGKyXFjl, de 389645.

GSWW5L hlmtntcxtufn, [url=http://zaoiqrhxwxtp.com/]zaoiqrhxwxtp[/url], [...]

GoldenTabs

hqlVDzQFJ, de 60062.

GwV34F [...]


Veja mais

Login

É possível tratar de um câncer e ter uma gravidez saudável

21 Abril 2014
É possível tratar de um câncer e ter uma gravidez saudável

Na medida em que a mulher retarda a primeira gestação para depois dos 35 anos, existe a maior chance de haver uma coincidência entre a gestação e doenças mais comuns dessa faixa etária....

DOENTES DE CANCÊR FAZEM RADIOTERAPIA EM APARELHO VENCIDOS

21 Abril 2014

A matéria completa pode ser lida no Blog Virgem em Câncer e Lua na Esperança!, já que a Rede Globo de Televisão a retirou do Portal G1 por razões ainda...

Corrida arrecada recursos para combate ao câncer infantil

21 Abril 2014

Com o objetivo de mobilizar e conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e a necessidade do tratamento adequado para crianças e adolescentes com câncer, a organização não...

Avanços tecnologico na area da saude

21 Abril 2014

Sabemos que hoje há muita tecnologia envolvida em praticamente todos os seguimentos independentes quais eles sejam. Nesta edição vamos conhecer mais sobre o que esta sendo feito em termos de...

Matéria de Capa - Nanotecnologia

21 Abril 2014

O programa aborda a revolução que pode surgir com o estudo de partículas e dispositivos minúsculos, invisíveis a olho nu. Para pacientes com câncer, pesquisas já preveem que nanopartículas podem...

EQUIPAMENTOS NANOTECNOLOGICOS NA AREA DA SAUDE

21 Abril 2014

Em oncologia, a nanotecnologia abriu uma nova frente de veiculação de fármacos, embora, o uso sistêmico da nanotecnologia aliada a fotoprocessos ainda esteja em fase inicial em novas áreas 1...

NOVO TRATAMENTO PARA O CÂNCER

21 Abril 2014

Encontra-se em fase final de estudo uma nova forma de tratamento para o câncer. O tratamento consiste em aumentar a temperatura das células tumorais à 56ºC, sem alterar a temperatura...

VACINA PARA CÂNCER DE PRÓSTATA

21 Abril 2014

A FDA, instituição note-americana de regulação dos medicamentos, aprovou a primeira vacina terapeutica para o câncer de próstata, indicada para indivíduos cujo organismo já não responde ao tratamento normal. Este...

Doenças e Sintomas Leucemia

21 Abril 2014

Leucemias são doenças malignas que acometem os leucócitos, os glóbulos brancos do sangue presentes nos gânglios linfáticos e na corrente sanguínea. Assim como os glóbulos vermelhos (cuja função é transportar...

Braquiterapia e Radioterapia

21 Abril 2014

Princípios da Radioterapia Teleterapia: A Teleterapia é uma modalidade de radioterapia em que a fonte de radiação é externa ao paciente. • Vantagens: Baixa taxa de radiação; Diminuição do Tumor;...

Carcinomatose Meníngea BLOG DESCRITIVO DA DOENÇA CARCINOMATOSE MENÍNGEA, UM TIPO AVANÇADO DE CÂNCER. Powered By Blogger

21 Abril 2014

Tratamento sem quimioterapia ou radioterapia A cura da carcinomatose é desconhecida e atualmente não há muito avanço na medicina neste sentido (infelizmente não há muito interesse da mecidina pela pesquisa...

PREVENÇÃO

21 Abril 2014

Prevenção O exame das mamas realizado pela própria mulher, apalpando os seios, ajuda no conhecimento do próprio corpo, entretanto, esse autoexame não substitui o exame clínico das mamas realizado por...

DIAGNÓSTICO DE CÂNCER DE ,MAMA

21 Abril 2014

Toda mulher com 40 anos ou mais de idade deve procurar anualmente um ambulatório, centro ou posto de saúde para realizar o exame clínico das mamas. Além disso, toda mulher...

SINTOMA DE CÂNCER DE MAMA

21 Abril 2014

O sintoma do câncer de mama mais fácil de ser percebido pela mulher é um caroço no seio, acompanhado ou não de dor. A pele da mama pode ficar parecida...

No último dia 5 de junho foi encerrada a Reunião Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), o maior congresso científico da área no mundo. O Instituto Oncoguia traz informações de alguns dos avanços da área apresentados ao longo do evento, que reuniu mais de 32 mil profissionais da saúde de todos os continentes em Chicago, nos Estados Unidos, em torno das mais recentes descobertas científicas em tratamento e cuidado com o paciente.

O diretor científico do Oncoguia, Rafael Kaliks, participou da programação e destaca as inovações apresentadas em tratamento de câncer de pâncreas, próstata, pulmão e mama. "Ao longo de cinco dias de programação foram apresentadas as principais novidades científicas em praticamente todos os tipos de câncer, para que a gente possa melhorar progressivamente os tratamentos oferecidos aos nossos pacientes, inclusive no Brasil, apesar de todas as barreiras para o acesso”, diz Kaliks. Para o especialista, "é fundamental que o paciente discuta com o seu médico, pergunte se existe alguma novidade recente apresentada em congressos científicos ou estudos clínicos dos quais possa participar, porque em determinados casos essa é a melhor alternativa para se ter acesso a essas novidades”.



A vida após o câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas está entre os tipos de tumores mais difíceis de tratar, mesmo quando a doença é detectada precocemente ou o tumor pode ser removido cirurgicamente, chamado de ressecável. As chances de que a doença volte a se desenvolver são altas. No entanto, um novo estudo apresentado na ASCO 2018 mostrou que mudanças no tratamento padrão do câncer de pâncreas ressecável podem ajudar a prolongar a vida dos pacientes.

O estudo, que envolveu pesquisadores da França e do Canadá, descobriu que, após a cirurgia, pessoas com o tipo mais comum de câncer de pâncreas, responsável por 90% de todos os casos, o adenocarcinoma ductal pancreático não metastático (PDAC), que receberam uma nova abordagem quimioterápica viveram mais e ficaram mais livres do câncer do que aquelas que foram submetidas à quimioterapia padrão atual.

A quimioterapia após a cirurgia é chamada de adjuvante. Para casos de PDAC, a quimioterapia adjuvante padrão é com a droga gemcitabina (Gemzar). A nova quimioterapia utilizada no estudo é denominada mFolfirinox e inclui quatro drogas: oxaliplatina (Eloxatin), leucovorin (Wellcovorin), irinotecan (Camptosar) e 5-fluorouracil (Adrucil). Uma combinação semelhante já é usada como tratamento inicial para o câncer de pâncreas metastático.

Cada um dos 493 participantes do estudo foi submetido a cirurgia para remover totalmente o tumor ou quase todo. De três a 12 semanas após a cirurgia, eles receberam mFolfirinox ou gemcitabina por seis meses. A média de sobrevida global foi de cerca de 54 meses com a nova quimioterapia e 35 meses com a padrão. As pessoas que tomaram mFolfirinox também ficaram livres de câncer cerca de 9 meses mais do que as que usaram gemcitabina – foram quase 22 meses com a nova quimioterapia em comparação com quase 13 meses com o tratamento convencional.

No geral, os pacientes que receberam mFolfirinox apresentaram sintomas mais graves, mas controláveis – como diarreia, náusea, vômito e fadiga. Os efeitos colaterais da gemcitabina incluem dor de cabeça, sintomas semelhantes aos da gripe, inchaço e baixa contagem de células brancas do sangue. Ambos os tratamentos podem causar baixos níveis de glóbulos brancos e febre. Apesar das reações adversas, os resultados foram comemorados pela comunidade médica internacional. "Pela primeira vez um estudo apresenta um ganho imenso da quimioterapia adjuvante FOLFIRINOX sobre a quimioterapia padrão com gemcitabina em termos de redução do risco de recidiva da doença, mostrando que podemos ajudar pacientes com câncer de pâncreas a viverem por muito mais tempo. Isso deve se tornar um novo padrão para o tratamento da doença”, acredita Kaliks.

Câncer de próstata descomplicado

Estima-se que dentro dos dez primeiros anos desde o tratamento inicial do câncer de próstata, até 40% dos pacientes que realizaram prostatectomia radical e 50% daqueles submetidos a radioterapia irão desenvolver recorrência da doença. Embora o monitoramento dos níveis de PSA, os antígenos específicos da próstata que indicam se há câncer, informe sobre as chances de recorrência, ela não diz exatamente onde a doença pode voltar – um verdadeiro dilema médico.

Para melhorar esse monitoramento, pesquisadores de instituições de Dublin, na Irlanda, e do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York, nos Estados Unidos, incorporaram à medição dos níveis de PSA o uso de sondas e técnicas de imagem, como tomografia computadorizada, ressonância magnética e tomografias ósseas. Foi realizada uma revisão de todos os pacientes encaminhados pela instituição norte-americana, que passaram por exames de PET-CT de PSMA - proteína "parente” do PSA encontrado no sangue, mas localizada na membrana das células cancerosas prostáticas.

O exame de imagem conhecido como PET-CT é a fusão de dois exames conhecidos: um PET scan (tomografia por emissão de pósitrons) com uma tomografia computadorizada (CT, em inglês). Ele é realizado com a injeção de uma substância chamada radiofármaco, erroneamente conhecido por contraste. Essa molécula é absorvida por células cancerosas, concentrando-se mais em áreas tumorais. Assim, após a injeção, é feito um rastreamento de todo o corpo do paciente com o intuito de identificar a localização de um possível câncer.

Os resultados levaram a uma mudança no manejo para 96% dos pacientes. Todos estão vivos e já com sobrevida livre de progressão de 11 meses.

Kaliks conta que a técnica está disponível no Brasil em diversos centros, mas o estudo traz novas evidências de sua eficácia e aponta para um uso mais ampliado. "Ela consegue detectar a localização de eventuais metástases do câncer de próstata, poupando o paciente de tratamentos inadequados. Isso porque quando o PSA começa a subir, o médico se pergunta, por exemplo, se a recidiva está localizada na região da próstata, nos ossos, em linfonodos... O PET-CT de PSMA consegue discriminar onde está a doença e, quando mostra uma alteração em alguma área do corpo, uma biopsia localizada pode comprovar com uma imensa probabilidade que aquele é o local da recidiva, permitindo ao médico decidir se irradia localmente o tumor”, explica.

Imunoterapia para mais pacientes com câncer de pulmão

Para câncer de pulmão metastático, a imunoterapia, que até hoje é usada como primeira linha de tratamento apenas para 25% dos pacientes, pode ser útil a mais pessoas – é o que demonstrou um estudo liderado pelo Sylvester Comprehensive Cancer Center, da Universidade de Miami, nos Estados Unidos. De acordo com os resultados apresentados na ASCO, provavelmente será possível estender os benefícios da imunoterapia a pelo menos 75% dos pacientes com metástases do câncer de pulmão.

O estudo demonstrou que o agente imunoterapêutico pembrolizumab (Keytruda) é mais eficaz que a quimioterapia como tratamento de primeira linha para a maioria dos pacientes com um tipo comum de câncer de pulmão, independentemente da expressão de PD-L1, a proteína frequentemente usada para prever resposta ao medicamento e a outras terapêuticas similares. Os pesquisadores distribuíram aleatoriamente 1.274 pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas localmente avançado ou metastático para receber pembrolizumab ou quimioterapia. O estudo demonstrou que os pacientes tratados com imunoterapia viveram uma média de quatro a oito meses a mais do que aqueles tratados com quimioterapia. Além disso, efeitos colaterais graves ocorreram em apenas 18% dos pacientes que receberam pembrolizumab em comparação com 41% dos demais.

Os resultados expandem a população de pacientes que podem se beneficiar da imunoterapia, oferecendo uma nova opção de tratamento com melhor eficácia e menos efeitos colaterais do que a quimioterapia padrão. O estudo mostra que o pembrolizumab fornece mais benefícios do que a quimioterapia para 2/3 de todas as pessoas com o tipo mais comum de câncer de pulmão. 

Câncer de mama

Também foram apresentados resultados do estudo conhecido como Taylor X, realizado por pesquisadores de instituições do Canadá e dos Estados Unidos. Entre os achados está um teste que pode ser feito no material da cirurgia de mulheres com câncer de mama cujo tumor possui receptores hormonais. O exame pode dizer se há baixo risco de recidiva, evitando-se a administração de quimioterapia. O estudo também mostrou que mesmo em grupos de mulheres de risco intermediário a quimioterapia pode não ser necessária.

"Trata-se de uma boa notícia porque a gente consegue poupar quase 70% das nossas pacientes de uma quimioterapia que, antes, era dada para todas as mulheres por precaução. Ainda é um exame muito caro, mas com a publicação do estudo se caminha para que ele seja mais popularizado”, conta Kaliks.

Para o diretor científico do Oncoguia, as novidades apresentadas levam a novas esperanças, mas o acesso a elas ainda é dificultado. "A imunoterapia, por exemplo, ainda não foi incorporado pelo SUS, e é preciso uma pressão social grande para que isso aconteça, porque o acesso a essa inovação pode fazer toda a diferença para que os pacientes vivam por muito mais tempo e com mais qualidade. A ciência avança muito rápido e cabe não só aos médicos tomar conhecimento desses avanços, mas ao paciente e à sociedade em geral, porque essas mudanças com base em ciência bem feita leva à cura e a uma melhor qualidade de vida”, defende.

 
FONTE-ONCOGUIA
De acordo com vários estudos, diferentemente do que ocorre com determinados tratamentos de quimioterapia, a graviola atacaria as células doentes, mas não danificaria as saudáveis.

Desde muito tempo, o tratamento de algumas doenças mortais, como o câncer, foi derivado de maneiras “científicas” de eficácia na maioria das vezes bastante duvidosa. Conheça neste artigo o poder da graviola.

O temor da população e a forte pressão exercida pela medicina oficial, coletivos de médicos mais tradicionais e laboratórios farmacêuticos obstinados a apresentarem a cura para o câncer, levaram as circunstâncias a uma situação na qual as pessoas que enfrentam essa terrível doença, não se atrevessem a buscar opções menos agressivas, mais naturais.

Porém nos usos e medicinas tradicionais existem alguns remédios, de eficácia contrastada e comprovada, que estão ganhando espaço frente aos tratamentos oficiais.

Estes “medicamentos” têm demonstrado eficácia equiparável e inclusive superior para o tratamento de alguns tipos de câncer, e, o que é melhor, sem os temidos efeitos colaterais dos tratamentos que conhecemos hoje (deterioração da imunidade, queda de cabelos, etc.) e outros efeitos secundários da quimioterapia, como debilidade e perda progressiva de peso; tristes consequências que muitas vezes não se devem somente à doença, como também aos vômitos constantes e incontrolados (efeitos eméticos) produzidos por alguns quimioterápicos.

Procedência, características e cultivo da graviola

Atualmente sua origem é desconhecida, ainda que seja considerada nativa mesoamericana e seu cultivo se estenda por toda a América tropical e inclusive na África, sendo sua zona ecológica predominantemente a tropical úmida.

É uma árvore caducifólia, ou seja, na época da queda de folhas não é possível colher da fruta. As flores nascem entre os meses de outubro e janeiro e sua frutificação (as deliciosas graviolas) acontece entre os meses de dezembro e abril. É muito resistente ao vento, estiagens e danos causados por cupins e afins.

 

A fruta da graviola, de mesmo nome é muito conhecida, além de parecida com outra fruta, originária de países como Bolívia, Equador e Peru, denominada Cherimoia, e possui uma polpa suculenta e carnuda. Por isso, proporciona um suco de sabor muito refrescante, que possibilita seu emprego na produção de sorvetes, geleias, marmeladas e bebidas refrescantes.

Graviola, um quimioterápico natural

A pesar de seu incrível sabor e versatilidade no preparo de diversas bebidas, sobremesas e afins, hoje nosso interesse primordial nessa fruta estará voltado para seu poder anticancerígeno. E existem inúmeros estudos que garantem esse poder.

Graviola para o combate ao câncer
A graviola é um poderoso anticancerígeno: com substâncias 10.000 vezes mais potentes do que uma quimioterapia.

No Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, em 1976 foi comprovado que o poder “quimioterápico” da graviola sobre as células cancerígenas é 10.000 vezes superior ao do composto chamado Adriamicina, um dos citotóxicos mais agressivos empregados atualmente na quimioterapia.

Mas, além disso, a fruta apresenta uma propriedade extraordinária que a diferencia radicalmente dos quimioterápicos tradicionais. Enquanto esses atacam simultaneamente tanto as células cancerígenas quanto as saudáveis, pois não podem diferenciar as populações celulares saudáveis das doentes, a graviola deixa as saudáveis ilesas, enquanto ataca as células cancerígenas, detendo seu crescimento num prazo de 48 horas.

Muitos outros estudos têm sido realizados desde então. Sobretudo a partir de 1997, na Universidade de Purdue, em Indiana, Estados Unidos, onde foi constatado seu poder anticancerígeno em cânceres pulmonares, prostáticos, de mama, de bexiga, de reto, esófago, cólon e ainda, eficaz contra o tratamento da leucemia.

Propriedades que evitam o câncer

Tal propriedade existe devido à presença, em suas folhas, de um conjunto de ativos fitoquímicos chamado Acetogeninacuja potencia é da ordem de 10.000 vezes superior à Adriamicina (substância tóxica de elaboração artificial).

quimiotaxia natural é um processo de locomoção de células em direção a um gradiente químico, ou seja, quando o composto é direcionado a atacar células, ele é direcionado às células que contenham substâncias químicas específicas, concretas (portanto, atacam unicamente as células doentes ou malignas), deixando as saudáveis intactas, enquanto que, poderíamos dizer, o produto não natural trabalha em lógica de “fogo aberto”, danificando células que não estão doentes e debilitando o organismo como um todo.

Em resumo, é comprovado que seu uso pode ser tanto preventivo quanto curativo.

Dosagem

O habitual é consumir uma preparação de pó de folhas de graviola, seja em capsulas ou em colheres de chá, uns 15 a 20 minutos antes de cada refeição.

– Uso preventivo: o adequado é tomar aproximadamente 50 mg no período indicado anteriormente.

– Uso curativo: a dose preventiva de 500 mg multiplicada por 2 (1 g) ou até por 4 (2 g), de acordo com o estado e gravidade da doença.

Outros usos: graviola, um milagre natural

À margem de seu espetacular uso anticancerígeno, a graviola é uma planta que por suas propriedades antibacterianas, antiparasitárias, antiespasmódicas, adstringentes, inseticidas, hipotensoras (diminui tensões) e vermífugas (expulsa vermes intestinais), é recomendável sempre ter a graviola à disposição e consumir as doses preventivas recomendadas.

Agora já sabemos, a graviola é um verdadeiro milagre para assegurar nossa saúde, um dos medicamentos naturais mais potentes que existem.

FONTE-MELHOR COM SAÚDE
 

A palavra câncer já significou sentença de morte, mas hoje é diferente.
As drogas estão mais eficazes e os efeitos colaterais muito menores.

Do G1, em São Paulo

video novidades tratamento

 

Câncer é uma palavra que já significou sentença de morte, mas hoje é muito diferente! Já ouviu falar em terapia alvo? E em imunoterapia? As drogas estão cada vez mais seletivas e os efeitos colaterais muito menores. Hoje é possível tratar até grávidas.

O Bem Estar desta quinta-feira (27) fala sobre a importância do pensamento positivo no tratamento e explica os avanços da ciência com os oncologistas Riad Younes e Pedro de Marchi.

O que mudou na quimioterapia?
O tratamento de quimioterapia existe há décadas e é feito com medicações injetadas na veia. Segundo o Doutor Pedro de Marchi, não houve avanço na quimioterapia na última década porque ela vem sendo cada vez mais substituída por terapias mais modernas, como a terapia alvo e imunoterapia.

A maioria dos quimioterápicos usados atualmente são os mesmos que eram usados já no final da década de 1990, no entanto, houve avanço nas medicações usadas para evitar os efeitos colaterais.

O que mudou na radioterapia?
A radioterapia tem avançado muito nos últimos anos. As técnicas se modernizaram e o tratamento é mais preciso. Há 15 anos, a radiação emitida pelos aparelhos atingiam o tumor, mas também queimavam muito as células sadias em volta dele. Hoje, a radioterapia é feita com equipamentos que controlam melhor a radiação, atingindo o tumor e afetando muito pouco as células sadias. Esse avanço permitiu que o tratamento fosse mais tolerável, porque causa menos efeitos colaterais, e mais efetivo, já que é possível tratar o tumor com doses maiores de radiação.

Terapia alvo
Existem vários medicamentos chamados de terapia alvo molecular. Em geral, eles são usados num tratamento paliativo, onde o principal objetivo é o controle da doença pelo maior tempo possível. A terapia alvo melhora a qualidade de vida do paciente porque diminui os sintomas do câncer, mas não cura a doença. O tratamento é mantido até que a doença deixe de responder ou o paciente tenha efeitos colaterais que o impeçam de seguir tomando a medicação. A terapia alvo pode controlar o câncer por muitos anos.

 

Fonte: G1

O câncer de testículo pode se desenvolver em um ou ambos os testículos de homens jovens. É um tipo de câncer altamente tratável e geralmente curável.

Os principais tipos de câncer de testículo são:

Tumores de Células Germinativas

Mais de 90% dos cânceres de testículo se desenvolvem nas células germinativas, que produzem o esperma. Existem dois tipos principais de tumores de células germinativas: seminomas e não seminomas, que ocorrem em proporções similares, mas são muito diferentes quando vistos sob um microscópio.

Alguns tipos de câncer contem tanto células do tipo seminomas assim como não seminomas, mas, são tratados como não seminomas porque crescem e se disseminam como tais.

Seminomas

Os seminomas se desenvolvem a partir das células germinativas do testículo produtoras de espermatozoides. Os dois principais subtipos destes tumores são:

  • Seminoma Clássico - Representam mais de 95% dos casos. Estes geralmente ocorrem em homens entre 25 - 45 anos.

  • Seminoma Espermatocítico - É um tipo raro de seminoma que tende a ocorrer em homens mais velhos. A idade média dos homens diagnosticados com seminoma espermatocítico é 65 anos. Estes tendem a crescer mais lentamente e são menos propensos a se disseminar do que os seminomas clássicos.

Alguns seminomas podem aumentar os níveis sanguíneos da proteína gonadotropina coriônica humana (GCH). A GCH pode ser detectada pelo exame de sangue e é considerado um marcador tumoral para certos tipos de câncer de testículos. Esse marcador pode ser usado para o diagnóstico e verificação da resposta do tumor ao tratamento.

Não Seminomas

Este tipo de tumor de células germinativas ocorre geralmente entre a adolescência e os 30 anos. Existem 4 tipos principais de tumores não seminomas. A maioria dos tumores são mistos com pelo menos dois tipos diferentes, mas isto não altera o tratamento. Todos os tumores de células germinativas não seminomas são tratados da mesma maneira:

  • Carcinoma Embrionário - Este tipo de não seminoma está presente em algum grau em cerca de 40% dos tumores testiculares, mas os carcinomas embrionários puros ocorrem apenas em 3% a 4% dos casos. Este tipo de não seminoma tende a crescer rapidamente e se disseminar. O carcinoma embrionário pode aumentar os níveis sanguíneos dos marcadores alfa-fetoproteína (AFP) e GCH.

  • Carcinoma de Saco Vitelino - Suas células se parecem com o saco vitelino do embrião humano em suas primeiras fases de formação. Este tipo de câncer também é conhecido por outros nomes, por exemplo, tumor do saco vitelino, tumor dos seios endodérmicos, carcinoma embrionário infantil ou orquidoblastoma. É a forma mais comum de câncer de testículo em crianças. Quando ocorrem em crianças geralmente são tratados com sucesso. Em adultos são mais preocupantes, especialmente se forem puros, isto é, o tumor não contém outros tipos de células não seminomas. Este tipo de carcinoma responde muito bem à quimioterapia, mesmo quando existe metástase.

  • Coriocarcinoma - É um tipo muito agressivo e raro, que ocorre em adultos. Esses cânceres tendem a se disseminar rapidamente para outros órgãos, como pulmões, ossos e cérebro. O coriocarcinoma puro geralmente não se apresenta nos testículos, mais frequentemente aparecem células do coriocarcinoma com outros tipos de células não seminomas em um tumor de células germinativas mistas. Este tipo de tumor aumenta os níveis sanguíneos de GCH.

  • Teratoma - São tumores de células germinativas com áreas que, quando vistas ao microscópio, se assemelham às camadas de um embrião em desenvolvimento (endodermo, mesodermo e ectodermo). Os 3 tipos principais desses tumores são:

  1. Teratomas Maduros - Formados por células semelhantes às células de tecidos adultos. Eles são geralmente benignos, raramente se disseminam, e podem ser curados cirurgicamente.
     
  2. Teratomas Imaturos - São cânceres menos desenvolvidos, cujas células se parecem com as de um embrião nas primeiras fases de formação. Ao contrário dos teratomas maduros, este tipo tem maior probabilidade de invadir os tecidos adjacentes e de se disseminar. 
     
  3. Teratoma com Transformação Maligna - É um tipo de câncer muito raro. Esses cânceres têm algumas áreas que se parecem com teratomas maduros, mas tem outras onde as células se tornaram em um tipo de câncer que se desenvolve fora do testículo, em tecidos como músculos, glândulas pulmonares e do intestino ou cérebro.

Carcinoma In Situ

Os cânceres testiculares de células germinativas podem começar como uma forma não invasiva da doença denominada carcinoma in situ (CIS) ou neoplasia intratubular de células germinativas. O carcinoma in situ nem sempre evolui para invasivo. Os pesquisadores estimam que possa levar cerca de 5 anos para evoluir à forma invasiva do câncer.

O carcinoma in situ é difícil de diagnosticar antes que se torne invasivo, pois geralmente não causam sintomas e, muitas vezes não formam uma massa que possa ser sentida. A única maneira de diagnosticar o carcinoma testicular in situ é por biópsia. Alguns casos são encontrados acidentalmente em homens que fizeram biópsia por algum outro motivo, como a infertilidade.

Tumores Estromais

Os tumores do estroma gonadal se desenvolvem nos tecidos que produzem hormônios e nos tecidos de suporte dos testículos. Eles constituem menos de 5% dos tumores testiculares, mas até 20% dos tumores testiculares da infância. Os 2 tipos principais são:

  • Tumores de Células de Leydig - Estes tumores geralmente benignos se desenvolvem a partir das células de Leydig no testículo, que normalmente produzem os hormônios sexuais masculinos (andrógenos, como a testosterona). Os tumores de células de Leydig podem se desenvolver tanto em adultos (75% dos casos) como em crianças (25% dos casos). A maioria dos tumores de células de Leydig não se dissemina e são curados cirurgicamente. Mas às vezes esses tumores se disseminam para outros órgãos.

  • Tumores de Células de Sertoli - Estes tumores se desenvolvem a partir das células normais de Sertoli, que suportam e nutrem às células germinativas produtoras de espermatozoides. Assim como os tumores de células de Leydig, eles são geralmente benignos. Mas se eles se disseminam, geralmente não respondem à quimioterapia e radioterapia.

Câncer de Testículo Secundário

Os cânceres que começam em outro órgão e se disseminam para o testículo são denominados câncer de testículo secundário. Eles são nomeados e tratados com base no local de origem.

O linfoma é o câncer de testículo secundário mais comum e ocorre com mais frequência do que os tumores de testículo primários em homens com mais de 50 anos. O prognóstico depende do tipo e estágio do linfoma. O tratamento usual é a remoção cirúrgica, seguido por radioterapia e/ou quimioterapia.

Em jovens com leucemia aguda, as células leucêmicas podem, às vezes, formar um tumor no testículo. O tratamento da leucemia com quimioterapia pode precisar ainda da administração de radioterapia ou de cirurgia para remover o testículo.

Os cânceres de próstata, pulmão, pele (melanoma), rim e de outros órgãos também podem se disseminar para os testículos. O prognóstico para esses tipos de câncer tende a não ser bom, porque estes tipos de câncer geralmente se disseminam também para outros órgãos. O tratamento depende do tipo de câncer.

Fonte: American Cancer Society (13/02/2015)

Descoberto novo tipo de câncer associado a implantes nos seios

 
Um estudo realizado pelo Instituto do Câncer da França revela que implantes nos seios podem causar um tipo raro de tumor no sistema linfático.
 
Em razão das conclusões dos especialistas, o governo francês estuda a proibição das próteses mamárias no país.
 
Os pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer (INC) da França revelaram a existência de uma nova doença, o "linfoma anaplásico de grandes células associado a um implante mamário (LAGC-AIM)" e propõem que esse tipo de câncer seja incluído na classificação de doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
"Existe uma relação claramente estabelecida entre o surgimento dessa doença e o uso de um implante mamário", diz o relatório do instituto francês. "Esse tipo de câncer não foi diagnosticado em nenhuma mulher sem próteses nos seios."
 
Os oncologistas franceses estimam que o risco desse linfoma nas mulheres com implantes mamários é 200 vezes maior do que na população feminina em geral.
 
Eles ressaltam, no entanto, que a frequência dessa complicação médica é muito baixa. Desde 2011, apenas 18 mulheres desenvolveram esse tipo de câncer na França (uma delas já morreu), segundo o INC.
 

Mas o que preocupa as autoridades é a velocidade da progressão: o total de novos casos passou de dois em 2012 para 11 no ano passado.
 
A ministra da Saúde, Marisol Touraine, declarou que as mulheres com implantes nos seios "não precisam retirá-los" e nem devem ficar "excessivamente preocupadas".
 
A Agência Nacional de Segurança do Medicamento (ANSM) da França já anunciou que as mulheres que desejam colocar próteses nos seios deverão ser alertadas sobre esse novo risco.
 
A agência francesa realizará uma reunião com especialistas até o final deste mês para decidir sobre o assunto. A eventual proibição das próteses dependerá das conclusões dos pesquisadores.

Fonte: Diário da Saúde - Com informações da BBC 
Foto: www.fatonotorio.com.br

Pesquisadores mineiros desenvolveram uma nova rota para produção de um material formado por nanopartículas magnéticas de óxido de ferro que poderá ser útil no tratamento de vários tipos de câncer. Esse sistema biomédico, que está na pauta dos grandes centros de pesquisa nanotecnológica e médica do mundo, é resultado de um extenso trabalho que envolveu pesquisadores do Departamento de Química e do Centro de Microscopia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CDTN/Cnen), localizado em Belo Horizonte. A pesquisa publicada em 2010 na revista científica Journal of Sol-Gel Science and Technology, alcançou grande repercussão no meio acadêmico. “Em função da potencialidade de nosso trabalho e de seus bons resultados, recebemos de grupos relacionados com medicina e oncologia vários convites para divulgação em publicações científicas e para participação em congressos”, diz a física Nelcy Della Mohallem, professora da UFMG e coordenadora da pesquisa.

Os materiais magnéticos nanoestruturados, como os constituídos por diferentes formas de óxidos de ferro, já são empregados em procedimentos de diagnósticos, como ressonância magnética nuclear (RMN), e estão sendo testados como carreadores magnéticos de drogas e em tratamentos oncológicos com uso de hipertermia, terapia baseada no aquecimento do tumor mediante aplicação de um campo magnético de corrente elétrica para matar as células cancerígenas. Essas terapêuticas exploram duas grandes vantagens dos óxidos de ferro: a baixa toxicidade em seres humanos e a possibilidade de controlar sua magnetização. Formado por nanopartículas de magnetita – esse material magnético é composto por óxidos de ferro – inseridas em uma matriz de sílica, o nanocompósito é sintetizado na forma de pó ou de monólito, pequena peça usada em implantes em ossos atingidos por tumores. O material possui poros regulares, que variam de 2 a 50 nanômetros de diâmetro – por isso é chamado de mesoporoso –, que podem ser preenchidos com vários tipos de fármaco. Uma etapa importante do desenvolvimento é o dimensionamento dos poros, adequado ao tamanho da molécula da droga. Os pesquisadores mineiros estão testando no material uma droga chamada doxorrubicina, antibiótico injetável usado na quimioterapia de diversos tipos de câncer. “O encapsulamento de uma droga desse tipo é importante por causa de sua toxicidade. Ao ser encapsulada e liberada de maneira controlada, conseguimos diminuir os efeitos colaterais no paciente”, diz Nelcy.

Campo externo
Nos tratamentos com hipertermia, o nanocompósito não precisa ser necessariamente preenchido com fármacos porque o combate ao tumor pode ser feito pelo aumento da temperatura no local. O modo de ação é simples. Quando o material atinge o tumor, o paciente recebe um campo magnético externo, que é gerado por um aparelho específico para esse fim. Dependendo do local da lesão, o material pode ser injetado com uma agulha ou conduzido pelo sangue com auxílio de magnetismo externo. O campo magnético faz com que as partículas magnéticas presentes no nanocompósito comecem a vibrar e se aqueçam. “Temperaturas de 5  graus Celsius (ºC) acima da temperatura do corpo humano são suficientes para matar um tumor sem afetar as células vizinhas”, afirma Nelcy. “Mas o compósito precisa ser bem controlado, porque partículas como a magnetita podem aquecer  20o C acima da temperatura do corpo humano quando submetidas a um campo magnético, causando danos nas células saudáveis”, diz ela. Para ser eficiente e aumentar a temperatura dentro dos níveis desejados, o nanocompósito precisa ser impregnado com partículas de magnetita com tamanho, distribuição e concentração bem definidos.

Na liberação controlada de drogas, a ação é um pouco diferente. Quando o medicamento chega ao tumor, o campo magnético é aplicado e a vibração das partículas magnéticas provoca a liberação gradual da droga contida em seus poros. Em alguns casos, os dois tratamentos podem ser aplicados simultaneamente. O calor ataca as células do câncer, enquanto a droga age para evitar uma rejeição do material ou para prevenir uma infecção. “Os nossos nanocompósitos são revestidos de sílica e, por isso, são metabolizados pelo fígado e expelidos pelo organismo.”

Um dos avanços do grupo é a rota de síntese do material adotada pelo grupo, composto também pela pesquisadora Edésia de Sousa, do CDTN/Cnen, e pela química Karynne Souza, doutoranda do Laboratório de Materiais Nanoestruturados da UFMG. “Trata-se de uma rota simples e muito eficiente. Testamos o material e ele funcionou muito bem na faixa de temperatura desejada para tratamento de câncer”, diz Nelcy. O nanocompósito foi feito impregnando a sílica mesoporosa SBA-15 com uma solução contendo sulfato férrico, Fe2(SO4)3. Até o momento foram realizados testes in vitro. O grupo espera iniciar em breve ensaios com animais, que deverão ser seguidos de testes clínicos em humanos. “Nossa ideia é repassar o processo e o nanocompósito para uma indústria farmacêutica, porque uma empresa spin off – que nós até poderíamos criar – teria muita dificuldade de colocar o produto no mercado”, diz Nelcy. Todos os procedimentos são de alto custo e necessitam de elevados investimentos.

Artigo científico
SOUZA, K.C. et alMesoporous silica-magnetite nanocomposite: facile synthesis route for application in hyperthermiaJournal of Sol-Gel Science and Technology. v. 53, n. 2, p. 418-27. 2010.

Email this to someoneTweet about this on TwitterShare on Google+Share on FacebookShare on LinkedIn

Os sintomas do câncer são tão sutis que dificilmente podemos detectá-los.

Mas eles aparecem, na maioria das vezes, muito antes do diagnóstico.

Por isso, sempre que você perceber algo estranho em seu corpo, procure um médico.

Afinal, o paciente pode aumentar suas chances de recuperação se o câncer for descoberto e tratado logo no início.

Trouxemos sintomas que, se surgirem em nosso corpo, devem ser investigados imediatamente, porque podem ser um sinal de câncer:

1. Febre

Geralmente ela aparece quando o corpo está com alguma infecção.
 
No entanto, ela pode surgir sem nenhum motivo aparente e desaparecer quando menos esperamos.

Isso pode ser sinal de leucemia.

O que acontece é que os glóbulos brancos cancerosos modificam o sistema, atacam as células sanguíneas e, por consequência, deixam falsos sinais que causam febre.

2. Dor nas articulações

Excesso de peso e de atividade física causa esse tipo de dor.

Além disso, lesões e uma brusca mudança climática também são fatores que provocam dor nas articulações.

No entanto, se a dor aparecer sem nenhuma dessas causas, atenção: pode ser sinal de câncer ósseo.

3. Alterações nos seios

Não pense que apenas as mulheres devem fazer o exame nos peitos, os homens também.

É bom sempre apalpar os seios, mamilos e a área das axilas.
 
Qualquer saliência, mudança de cor ou de temperatura pode ser sinal de câncer de mama.

4. Perda de peso

Se não for causado por estresse ou até mesmo planejado, a perda de peso de maneira rápida e sem esforço pode ser algum tipo de câncer afetando o organismo.

5. Alterações nas unhas

alterações inexplicáveis ??nas unhas podem ser um sinal de vários tipos de câncer.

Uma faixa ou ponto marrom na unha pode indicar câncer de pel.

Unhas que se curvam para baixo podem ser um sinal de câncer de pulmão.

Unhas pálidas ou brancas podem indicar a existência de câncer hepático.

6. Inchaço dos gânglios linfáticos ou caroços no pescoço, nas axilas ou na virilha

Tudo isso indica mudanças no sistema linfático, que pode ser um sinal de câncer.

7. Tosse sem motivo aparente

Se não é alergia, gripe, mudança climática nem resultado de fumo, então a tosse frequente pode ser sintoma de um estágio inicial de câncer.

O corpo tenta expulsar pelas vias respiratórias, algo tóxico no pulmão, laringe ou garganta.

8. Problemas no estômago

A distensão abdominal afeta 10% da população e provavelmente ocorre devido ao tipo de dieta.

Além disso, outro fator que ocasiona desconforto nessa região são os sintomas pré-menstruais.

No entanto, se você perceber que já se passaram dez dias e o incômodo não saiu, então pode ser câncer no ovário.

Atenção principalmente à hemorragia durante esse período.

Não deixe de procurar um médico.

9. Sangramento fora da data

O período menstrual irregular é comum, mas quando acontece esporadicamente.

Entretanto, se for a cada mês, procure um médico especialista.

Isso pode ser câncer de útero ou de endométrio.

10. Contusões

Se seu corpo começar a apresentar hematomas frequentes sem nenhum motivo aparente e eles demorarem a cicatrizar, pode ser indícios de leucemia.

Ou seja, o sangue tem dificuldades em transportar o oxigênio e coagular.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Muitas pesquisas sobre câncer colorretal estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:
 

  • Genética


Vários exames, como Oncotype Dx, ColoPrint e ColDx, foram desenvolvidos para avaliar a atividade de diferentes genes em tumores de câncer colorretal. Esses exames podem prever quais pacientes têm um risco aumentado de metástase. Entretanto, ate o momento, com nenhum desses exames foi possível prever quais pacientes se beneficiariam da quimioterapia ou outros tratamentos.
 

  • Estadiamento


Os pesquisadores desenvolveram um teste para detectar áreas de metástases nos gânglios linfáticos próximos mais eficaz que os exames utilizados normalmente. Reconhecer um tipo de RNA, encontrado no câncer colorretal, pode ajudar a identificar os pacientes com a doença avançada e que poderiam se beneficiar da quimioterapia após a cirurgia.
 

  • Novas Técnicas Cirúrgicas


Os cirurgiões continuam a aprimorar as técnicas cirúrgicas do câncer colorretal. Atualmente, eles têm uma melhor compreensão de que a cirurgia colorretal está propensa a ser mais bem sucedida, quando um número suficiente de linfonodos é removido durante a cirurgia.

A cirurgia laparoscópica é realizada através de pequenas incisões no abdome ao invés de uma grande incisão, e está se tornando mais amplamente utilizada para alguns tipos de câncer colorretal. Esta abordagem permite que os pacientes se recuperem mais rápido, com menos dor no período pós-cirúrgico.

Com a cirurgia robótica, o cirurgião senta-se diante de um painel de controle e manuseia com precisão através de braços robóticos para realizar a cirurgia. Entretanto, este tipo de procedimento ainda está sendo estudado.
 

  • Quimioterapia


Diferentes abordagens estão sendo avaliadas nos estudos clínicos, incluindo: 
 

  1. Novos medicamentos quimioterápicos já são utilizados para outros tipos de câncer, como a cisplatina e a gemcitabina.
  2. Quimioterapia sem a inclusão do 5-FU para pacientes cujos tumores mostram instabilidade de microssatélites. Os pacientes cujos tumores têm esta característica molecular tendem a sobreviver mais tempo após a cirurgia, mas eles podem ser menos propensos a serem ajudados por combinações quimioterápicas que incluam o 5-fluorouracil como tratamento adjuvante após a cirurgia. 
  3. Novas formas de combinar os medicamentos já conhecidos como ativos contra o câncer colorretal, como o irinotecano e a oxaliplatina, para melhorar sua eficácia. 
  4. Melhores maneiras de combinar a quimioterapia com a radioterapia, terapia alvo e/ou imunoterapia.

 

  • Terapia Alvo


Vários tipos de terapia alvo já são utilizadas para tratar o câncer colorretal, incluindo bevacizumab, cetuximab e panitumumab. Os médicos continuam estudando a melhor maneira de prescrever esses medicamentos, de modo a torná-los mais eficazes.

A terapia alvo é usada, atualmente, no tratamento do câncer avançado, mas novos estudos estão em andamento, para determinar se pode ser utilizada na terapia adjuvante, para reduzir ainda mais o risco de recidiva.
 

  • Imunoterapia


Vários estudos com vacinas para tratar o câncer colorretal ou impedir a recidiva estão em andamento. Ao contrário das vacinas que previnem doenças infecciosas, estas vacinas são destinadas a aumentar a reação imunológica do paciente para combater o câncer colorretal de forma mais eficaz.

Muitos tipos de vacinas estão em estudo, por exemplo, algumas envolvem a remoção de células do sistema imunológico do próprio paciente a partir do sangue, e são expostas, em laboratório, a uma substância que fará com que elas ataquem as células cancerígenas, quando reintroduzidas ao corpo do paciente. Neste momento, estes tipos de vacinas estão disponíveis apenas em ensaios clínicos.

Fonte: American Cancer Society

  • 16 fevereiro 2016
Image copyrightTHINKSTOCK

Testes de um novo tratamento genético contra o câncer, que teoricamente "treina" o sistema imunológico do organismo a combater o tumor, apresentaram resultados extremamente animadores: 90% dos pacientes em estado terminal entraram em remissão após a terapia, de acordo com cientistas nos Estados Unidos.

Os resultados foram anunciados na segunda-feira, durante o encontro anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência, em Washington.

O novo tratamento consiste na modificação genética de glóbulos brancos de pacientes com leucemia. As células modificadas para combater o câncer depois são reimplantadas em seus organismos.

No entanto, os dados dos testes ainda não foram publicados ou analisados de forma independente. E acredita-se que dois pacientes tenham morrido em decorrência de uma resposta imunológica extrema de seus organismos.

Para especialistas, os resultados são animadores, mas por enquanto apenas um pequeno passo em direção a uma cura para o câncer.

Cautela

SPLImage copyrightSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionNovo tratamento prometer ir além dos métodos já existentes, eficazes para a maioria dos pacientes

O cientista à frente do novo tratamento, Stanley Riddell, do Centro Fred Hutchinson de Pesquisas sobre o Câncer, em Seattle, disse que todos os outros tratamentos disponíveis tinham fracassado nos pacientes terminais e que eles tinham sobrevidas estimadas em dois a cinco meses.

"Os preliminares (do estudo) são sem precedentes", disse Riddell à BBC.

A nova proposta de terapia envolveu a retirada de células do sistema imunológico de dezenas de pacientes. Conhecidas como t-cells, elas têm a função normal de destruir tecido infectado. Os cientistas modificaram geneticamente as células para que elas passassem a atacar células "doentes".

"Os pacientes estavam realmente no fim da linha em termos de opção de tratamento, mas uma simples dose dessa terapia pôs mais de 90% desses pacientes em remissão completa - não conseguíamos mais detectar (neles) as células com leucemia", disse Ridell à BBC.

No entanto, sete pacientes desenvolveram síndrome de liberação de citocinas - uma reposta exagerada do sistema imunológico - e precisaram de terapia intensiva. Dois morreram.

SPLImage copyrightSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionModificação genética muda o 'alvo' de célula do sistema imunológico

Se essas taxas podem ser aceitáveis para pacientes em estado terminal, os efeitos colaterais da nova terapia - por exemplo, a síndrome de liberação de citocinas - mostram-se bem mais fortes que o de tratamentos convencionais, como a quimioterapia e radioterapia, que funcionam na maioria dos pacientes.

Especialistas alertam também para a diferença entre doenças como a leucemia e tipos de câncer com tumores "sólidos", como o de mama.

"Este tratamento mostrou resultados promissores no tratamento desse tipo de câncer de sangue. Na maioria dos casos, o tratamento convencional é bastante efetivo, então essa nova terapia seria para os casos raros de pacientes em que o tratamento não funcionou", disse Alan Worlsey, pesquisador do centro britânico Cancer Research UK.

"O grande desafio agora é descobrir como fazemos esse tratamento funcionar para outros tipo de câncer".