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    Terça, 01 Agosto 2017 16:50

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A nanotecnologia pode ajudar a reduzir efeitos colaterais de medicamentos no combate a tumores cancerígenos. Uma nova combinação farmacêutica, desenvolvida pela professora Mônica Cristina de Oliveira, do departamento de Produtos Farmacêuticos da Faculdade de Farmácia, utiliza lipossomas para transportar fármacos até a área afetada pelo tumor. O novo medicamento associa a cisplatina - substância já utilizada em quimioterapia - à inovadora tecnologia dos lipossomas.

Segundo a pesquisadora, além de altamente tóxicos, os quimioterápicos circulam por todo o organismo, atuando inclusive em partes onde não há tumores. "Com essa tecnologia, buscamos aumentar

a eficácia dos tratamentos já existentes, reduzindo a toxicidade e a dosagem do medicamento utilizado", explica Mônica Oliveira, que está negociando a transferência da tecnologia para uma empresa mineira de pesquisa clínica. A professora depositou o pedido de patente por meio da Coordenação de Transferência e Inovação Tecnológica (CT&IT) da Universidade. Suas pesquisas são desenvolvidas com recursos do CNPq e da Fapemig.

Testes

Para chegar ao novo medicamento, a pesquisadora realizou estudos com os constituintes mais apropriados à associação de acordo com a via onde serão injetados. Foram testados a concentração dos componentes, métodos de preparo e tamanho das nanopartículas, entre outras variáveis.

O maior desafio, segundo a professora Mônica Oliveira, é programar os lipossomas para burlar o reconhecimento de defesa do organismo e entregar o fármaco no local desejado. "O lipossoma funciona como uma cápsula, dentro da qual está o fármaco, e há alguns métodos para levá-lo à área afetada", diz a professora. Em um dos métodos, modifica-se a superfície do lipossoma, induzindo-o a absorver maior quantidade de água. "Com esta alteração, o lipossoma não pode ser capturado pelo fígado, pelo baço ou pela medula óssea, permanecendo na corrente sangüínea por tempo suficiente para chegar à área do tumor", explica a professora. Também é possível adicionar ligantes específicos a cada lipossoma, permitindo sua conexão a receptores de células que se pretende atingir.

Mônica Oliveira também desenvolve estudos com o uso de lipossomas na elaboração de kits para pesquisa na área de biologia molecular, assim como no transporte de ácidos nucléicos em terapias gênicas e antisense. Esse processo é benéfico, pois impede a leitura de partes defeituosas do RNA, evitando a formação de proteínas indesejáveis ao organismo.

Ao lado do professor Valbert Cardoso, do departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, Mônica Oliveira pesquisa, ainda, o desenvolvimento de material de diagnóstico com o emprego de lipossomas marcados com isótopo radioativo. Esses lipossomas emitem raios gama capazes de gerar imagens que permitem a identificação de focos inflamatórios e infecciosos em estágios iniciais.

 

Em rede

O trabalho desenvolvido por Mônica Oliveira integra a Rede Mineira de Pesquisas em Nanobiotecnologia, criada no final de 2002, por iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). "Na nanotecnologia, a multidisciplinaridade é fundamental", ressalta a professora, ao lembrar que a área precisa da agregação de competências.

Há seis anos envolvida com estudos em tecnologia farmacêutica, ela afirma que suas pesquisas dependem da parceria com professores das áreas de biofísica, radiofarmácia, química, física, medicina, envolvendo pesquisadores da Faculdade da própria Farmácia, do ICB, do ICEx, da Faculdade de Medicina e de outras instituições, como a Comissão de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) e da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec-MG).

Agora, os integrantes da Rede de Pesquisas em Nanobiotecnologia preparam-se para iniciar investigações clínicas com novo medicamento para tratamento do câncer, projeto que acaba de ser aprovado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). 

Lipossomas: Nanopartículas lipídicas, semelhantes às células, em geral são produzidas com matéria-prima de origem sintética ou extraída de soja ou ovo. Os lipossomas podem transportar fármacos e entregá-los preferencialmente na região acometida pela doença.

Fonte: http://www.ufmg.br/boletim/bol1503/sexta.shtml

 

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/640/uso-de-lipossomas-pode-aumentar-eficacia-do-tratamento-de-cancer#ixzz47Y9UDdIS

Enquanto na rede pública brasileira o paciente com câncer enfrenta uma longa espera por consultas, exames e pelo tratamento contra a doença, na rede privada é preciso lidar com a espera pela autorização dos convênios e com a falta de cobertura para remédios oncológicos. Saiba como o paciente é encaminhado para o tratamento contra o câncer nos dois casos.

Rede pública

Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente deve ir até a unidade de saúde mais próxima de onde mora quando apresentar um sintoma ou queixa de saúde.

Caso esta unidade não tenha condições de dar um atendimento para o caso, ele será encaminhado para um ambulatório de especialidades ou para um hospital.

Lá, ele será visto por um médico especialista na área, que vai pedir exames para comprovar a existência do câncer.

 

Segundo o oncologista Rafael Kaliks, do Instituto Oncoguia, este é o primeiro momento em que a pessoa pode enfrentar atrasos. "Os pedidos são frequentemente recusados por falta de médicos e horários. O paciente pode esperar meses até conseguir uma consulta", diz.

 

Leia: Ministério anuncia medidas para qualificar atendimento ao câncer

A depender da região onde está, o paciente pode ser encaminhado diretamente para um hospital ou uma clínica que seja uma Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), capacitada para tratar os tipos de câncer mais comuns no Brasil, ou para um Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que pode tratar qualquer tipo.

Outra opção é que a pessoa seja encaminhada para um centro de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca) , no Rio de Janeiro, ou o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) . Para ser aceito nestes locais, é preciso ter sido indicado por uma unidade que faça parte do sistema de referências do centro, que tem autorização para encaminhar pacientes para ele.

Além disso, o paciente tem que apresentar os exames específicos que comprovem o câncer. Em seguida, o paciente é cadastrado e passa por uma nova triagem, que determinará se ele necessita de tratamento oncológico naquele local.

Leia a entrevista com o oncologista Paulo Hoff, diretor do Icesp

No Inca e no Icesp, dois centros de referência no Brasil, o tempo de espera entre a triagem e a autorização para o início do tratamento chega a 30 dias, de acordo com os médicos. A partir deste momento, o paciente começa a espera por uma vaga para os tratamentos de radioterapia, quimioterapia e cirurgia, que pode ultrapassar os três meses.

 

Rede privada

Ao apresentar sintomas, a pessoa deve ir ao ambulatório de um hospital na rede de cobertura do seu plano ou marcar uma consulta com um médico dessa mesma rede.

"Os convênios de saúde privados têm a obrigação de conseguir uma consulta para o paciente com câncer dentro do prazo de um mês. Por isso, caso não seja possível marcar com um ou mais médicos do plano dentro desse prazo, o paciente pode ligar para a empresa e exigir a consulta", diz Rafael Kalilks.

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Após a consulta, o médico precisa pedir autorização para o convênio para realizar os exames. De um modo geral, a empresa tem até cinco dias úteis para autorizá-lo, mas esse prazo pode ser estendido por mais cinco dias caso a empresa peça "informações adicionais" ao médico.

Depois dos exames, o convênio ainda precisará aprovar o tratamento indicado para o paciente. De acordo com o caso, o tratamento pode começar imediatamente depois da autorização ou em cerca de duas semanas.

Leia: Pequeno dicionário dos tratamentos de câncer

No entanto, o paciente da rede privada ainda pode ter que enfrentar problemas durante o tratamento com remédios prescritos pelo médico, segundo Kaliks.

"Os convênios quase nunca cobrem a compra de medicamentos orais porque a ANS (Agência Nacional de Saúde) não exige que eles cubram. Mas cerca de 30% de todos os medicamentos do tratamento oncológico são por via oral, e esse número deve chegar a 80% nos próximos anos.

"Caso não possa pagar pelos remédios, que chegam a custar R$ 15 mil por mês, o paciente pode entrar na Justiça contra o Estado brasileiro. Mas em geral, o processo dura menos de um mês e é favorável ao paciente." FONTE-SAUDE

O câncer, em sua fase inicial, pode ser controlado e/ou curado, através do tratamento cirúrgico, quando este é o tratamento indicado para o caso.

O planejamento cirúrgico deve incluir todos os cuidados referentes aos princípios gerais da cirurgia e ao preparo do paciente e seus familiares sobre as alterações fisiológicas e/ou mutilações que poderão advir do tratamento.


Princípios da cirurgia oncológica
Existem cuidados que são específicos para a cirurgia oncológica, tais como:
  • incisão cirúrgica ampla e adequada; 
• proteção da ferida operatória com campos secundários; 
• realização de inventário minucioso de cavidades; 
• laqueação das veias antes das artérias; 
• disssecção centrípeta da peça operatória; 
• isolamento do tumor com compressas; 
• manuseio cuidadoso da área afetada; 
• cuidados para não se cortar o tecido tumoral; 
• remoção tumoral com margem de segurança; 
• ressecção em bloco do tumor primário e das cadeias linfáticas, quando indicada; 
• troca de luvas, de campos operatórios e de instrumental cirúrgico, após o tempo de ressecção tumoral; 
• marcação com clipes metálicos, sempre que necessário, para orientar o campo de radioterapia pós-operatória.
 


Finalidades do tratamento cirúrgico
O tratamento cirúrgico do câncer pode ser aplicado com finalidade curativa ou paliativa.

O tratamento cirúrgico é considerado curativo quando indicado nos casos iniciais da maioria dos tumores sólidos. É um tratamento radical, que compreende a remoção do tumor primário com margem de segurança e, se indicada, a retirada dos linfonodos das cadeias de drenagem linfática do órgão-sede do tumor primário.

A margem de segurança, na cirurgia oncológica, varia de acordo com a localização e o tipo histológico do tumor. Ao contrário do tumor benigno, cuja margem de segurança é o seu limite macroscópico, o câncer, pelo seu caráter de invasão microscópica, exige ressecção mais ampla. São exemplos de margens de segurança adequadas: 
  • melanoma maligno - 5 cm ao redor da lesão, incluindo a fáscia em profundidade, nos tumores de tronco e membros; 2,5 cm, se em pele de face; 
• sarcoma - incluir as inserções dos músculos comprometidos; 
• tumor de pulmão - um lobo ou todo o pulmão; 
• tumor de cólon - 5 cm de margem distal e 10 cm de margem proximal, ou hemicolectomia.
 

Quando houver dúvidas sobre a margem de segurança da peça ressecada, é necessária a biópsia das suas bordas e o exame histopatológico por congelação.

O tratamento cirúrgico paliativo, por sua vez, tem a finalidade de reduzir a população de células tumorais ou de controlar sintomas que põem em risco a vida do paciente ou comprometem a qualidade da sua sobrevivência.

São exemplos de tratamentos paliativos: a descompressão de estruturas vitais, o controle de hemorragias e perfurações, o controle da dor, o desvio de trânsitos aéreo, digestivo e urinário, e a retirada de uma lesão de difícil convivência por causa de seu aspecto e odor.

É importante distinguir os conceitos de ressecabilidade e operabilidade. Diz-se que um tumor é ressecável quando apresenta condições de ser removido. Por outro lado, a operabilidade diz respeito à possibilidade de realização da terapêutica cirúrgica, de acordo com as condições clínicas apresentadas pelo paciente.

Fonte: Controle do Câncer: uma proposta de integração ensino-serviço. 2 ed. rev. atual. - Rio de Janeiro: Pro-Onco. 1993.